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Comunicados de Imprensa

Índice IMD sobre competitividade confirma ponto de viragem

Índice IMD sobre competitividade confirma ponto de viragem

[11-05-2006]

Considerado “em recuperação” no Índice Europeu de Inovação, Portugal subiu três lugares no índice global de Competitividade Tecnológica do Fórum Económico Mundial e sobe agora também dois lugares no Índice de Competitividade do Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Gestão (IMD), posicionando-se no 43º lugar e interrompendo uma tendência negativa que trouxe o País do 32º lugar em 2001, para o 33º lugar em 2002, o 39º lugar em 2003 e 2004 e o 45º lugar em 2005. 

O comportamento dos diversos índices que de forma directa ou indirecta afectam a competitividade da economia portuguesa e reflectem a sua preparação para os desafios da economia global, demonstrando que ainda é longo e exigente o caminho a percorrer, demonstram também que a aposta no conhecimento, na tecnologia e na inovação está a permitir iniciar uma inversão de tendência fundamental para o crescimento e o emprego sustentados em Portugal.


Lisboa, 11 de Maio de 2006

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico 

Portugal e Espanha trocam experiências no âmbito da implementação da Estratégia de Lisboa

[08-05-2006]

No dia 08 de Maio, o Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, encontrar-se-á, em Madrid, com o seu homólogo espanhol, Miguel Sebastián, para trocar experiências no contexto da implementação da Estratégia de Lisboa relançada, dando sequência a uma decisão tomada na XXI Cimeira Luso-Espanhola.

A implementação da Estratégia de Lisboa e a cooperação entre Portugal e Espanha nesse processo foi um dos temas centrais da XXI Cimeira Luso-Espanhola, que teve lugar nos dias 18 e 19 de Novembro de 2005, em Évora.

Para acompanhar esse processo de cooperação de forma activa e regular foi decidido que os Coordenadores Nacionais da Estratégia de Lisboa de Portugal e Espanha passariam a reunir-se semestralmente, para troca de experiências e identificação de linhas de cooperação e acção conjunta.

A reunião dos Coordenadores da Estratégia de Lisboa dos dois países no próximo dia 8 dá seguimento à decisão da XXI Cimeira Luso-Espanhola e permitirá uma troca de experiências sobre os processos de implementação e monitorização dos respectivos Planos Nacionais de Reformas, um conhecimento mútuo de boas práticas e a análise de metodologias a seguir nos próximos passos da implementação e avaliação da Estratégia de Lisboa.


Lisboa, 8 de Maio de 2006

Gabinete do Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal na Fronteira Tecnológica: 8º País da OCDE com a Banda Larga mais rápida

[21-01-2008]

Esta comparação (disponível em www.oecd.org/sti/ict/broadband) é liderada pelo Japão com uma velocidade média de 93,693 Mbps, seguido da França (44,157 Mbps) e da Coreia do Sul (43,301 Mbps). Portugal apresenta uma velocidade média de 12,955 Mbps, tendo sido considerada para o cálculo da média a ponderação de 28 ofertas diferentes.

A largura de banda é decisiva para que o acesso às novas tecnologias possa constituir um factor de competitividade económica e empresarial. Portugal tem feito um enorme esforço, no quadro duma parceria alargada entre as políticas públicas e os operadores privados para se situar na fronteira tecnológica neste domínio, e os resultados demonstram que o objectivo está a ser conseguido, colocando o País em boa posição para enfrentar com sucesso o desafio da modernização e da disseminação de redes de nova geração.

 

Lisboa, 21 de Janeiro de  
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal é o 18º País do mundo no domínio do Ambiente

[24-01-2008]

No contexto da União Europeia, Portugal posiciona-se na 11ª posição, à frente de Países como Itália, Dinamarca, Espanha ou Holanda.

O EPI 2008*, produzido por uma equipa de especialistas da Yale University e da Columbia University avalia a qualidade ambiental e a vitalidade do ecossistema em cada País utilizando 25 indicadores distribuídos por seis categorias de política.

Em termos de “score”, Portugal posiciona-se acima da média europeia em 5 das seis categorias analisadas, designadamente na qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas. No caso da categoria biodiversidade e habitat embora com um “score” ligeiramente abaixo da média, Portugal ocupa uma posição relativa média (13º).

O primeiro lugar deste ranking é ocupado pela Suíça, seguindo-se a Suécia, a Noruega, a Finlândia e a Costa Rica. Os EUA ocupam a 39ª posição e a China a 105ª posição.

Esta Informação é divulgada no mesmo dia que a Comissão Europeia posiciona Portugal no Top 5 em termos de ambição nas políticas e metas para as energias renováveis no horizonte de 2020.


*Environmental Performance Index (EPI) divulgado em Davos pelo World Economic Forum

Plano Tecnológico antecipa mais uma meta prevista para 2010

[12-02-2008]

O Plano Tecnológico é uma ideia política, uma agenda mobilizadora e um compromisso de acção em plena execução. Para avaliar os impactos das medidas em implementação, o plano inclui 25 indicadores de progresso nos domínios do conhecimento, da tecnologia e da inovação, estabelecendo metas concretas a atingir até ao final de 2010.

Depois de já ter atingido as metas previstas para 2010 em indicadores como o número de diplomados em ciência e tecnologia por 1000 habitantes e a percentagem de emprego em serviços de alta tecnologia, a análise do comportamento das exportações permite verificar que também o peso das exportações de produtos de alta tecnologia, cujo ponto de partida foi 7,5% e cuja meta era 11,4% em 2010, foi atingida e ultrapassada com três anos de antecipação. Este resultado é ainda mais significativo por ter sido conseguido num contexto de elevado crescimento médio sustentado das exportações globais.

Estes indicadores reflectem a tendência da economia portuguesa para se posicionar num patamar mais elevado da cadeia de valor global, tendo consequência directa na inversão do saldo da balança tecnológica que passou a ser positivo em 2007.


Lisboa, 12 de Fevereiro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

7º em progresso relativo, Portugal sobe um lugar no ranking europeu de inovação (EIS 2007)

[14-02-2008]

O EIS é um relatório da iniciativa da Comissão Europeia. O ranking é construído através da utilização do Summary Innovation Index (SII) composto por dois grupos principais de indicadores de inovação, incluindo cinco categorias: INPUT – Drivers de Inovação, Criação de conhecimento e Inovação e empreendedorismo; e OUTPUT – Aplicação e Propriedade intelectual. A edição de 2007, para além dos 27 países da União Europeia, envolveu ainda a Suiça, Islândia, Noruega, Croácia, Turquia, EUA, Israel, Canadá, Japão e Austrália.

No contexto global Portugal subiu uma posição colocando-se nesta edição em 30º lugar. Na edição anterior Portugal estava posicionado em 28º lugar, tendo este ano entrado no ranking 3 novos países (Austrália, Canadá e Israel) com scores superiores a Portugal. Sem essa entrada Portugal seria este ano 27º no ranking.

A metodologia usada na construção deste ranking utiliza dados sujeitos a um ciclo longo de validação pelo Eurostat, o que tem como consequência que parte significativa dos dados utilizados se referem aos anos de 2004 e 2005.

Para além dos indicadores estatísticos disponíveis no EUROSTAT e noutras fontes internacionais, um dos instrumentos utilizados na realização deste ranking é o CIS (Community Innovation Survey), que constitui uma medição e caracterização estatística da inovação empresarial, aplicado ao espaço europeu sob supervisão do Eurostat, revestindo-se da forma de inquérito e cobrindo 7 dos 25 indicadores que constituem o EIS. Uma vez que é o CIS4 (período de referência 2002-2004) que é utilizado para a presente edição, este relatório não reflecte ainda importantes impactos de medidas políticas adoptadas pelo Governo, em matéria de estímulo à inovação nas empresas.

Portugal tem hoje melhores perfomances na generalidade dos indicadores do que aquelas que são reflectidas por este ranking. O Inquérito à Inovação relativo a 2006 (CIS 2006), ainda em processo de conclusão pelo GPEARI/MCTES e validação pelo Eurostat, relativamente aos resultados apurados na operação anterior (CIS2004), indicia melhores resultados para as empresas com a introdução de processos de inovação e o reforço da componente de produtos inovadores no seu volume de vendas. Estes sinais permitem concluir que a recuperação agora iniciada por Portugal é forte e sustentada.

 

Lisboa, 14 de Fevereiro de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Banda Larga em Portugal – Crescimento exponencial da banda larga móvel enquanto Banda larga fixa continua a crescer.

[26-02-2008]

Segundo o  Broadband Scorecard da European Competitive Telecommunications Association (ECTA) divulgado recentemente,  Portugal tem hoje uma taxa de penetração de Banda Larga Fixa de 15,65% subindo 1,75 pontos percentuais em relação ao relatório anterior.

A soma agregada de utilizadores de banda larga fixa e banda larga móvel atinge cerca de 2,8 milhões de utilizadores.

A relevância que assume em Portugal  a utilização de Banda Larga móvel é um exemplo de como é fundamental considerar as duas formas de acesso para avaliar a penetração de banda larga num País. Essa tem sido a posição defendida por Portugal junto das organizações internacionais, responsáveis pela avaliação destes indicadores.

Para o desempenho de Portugal em termos de Banda Larga móvel, contribuiu a qualidade e o pioneirismo das ofertas dos operadores móveis nacionais, bem como iniciativas do Governo no âmbito do Plano Tecnológico, como a iniciativa e-escola, que já permitiu disseminar mais de 100 000 portáteis com acesso à Banda Larga móvel.

Lisboa, 26 de Fevereiro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Plano Tecnológico – 133 medidas em execução

[27-03-2008]

Esta reunião teve como objectivo apreciar as dinâmicas de arranque dos diversos programas e a sua relação com a implementação do Plano Tecnológico.

O arranque do QREN tem permitido dar novos passos na concretização de medidas do Plano Tecnológico e criado oportunidades para o lançamento de novas medidas. Neste momento o Plano integra 133 medidas em execução.

Para mais informação sobre as medidas em execução pode ser consultado o site do Plano Tecnológico www.planotecnológico.pt


Lisboa, 27 de Março de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Entre 127 países: Governo Português é o segundo que mais importância atribui às tecnologias na sua visão de futuro

[09-04-2008]

Foi hoje divulgado pelo World Economic Forum o Global Information Technology Report 2007-2008 que considera Portugal o 2º país dos 127 considerados cujo governo mais importância dá às TIC na formulação da sua visão de futuro.

Esse relatório baseia-se no Networked Readiness Index (NRI), no qual Portugal se encontra no 12º lugar global na capacidade da administração pública utilizar as tecnologias de informação e comunicação (TIC), subindo 14 posições. Considerando apenas os países da União Europeia, Portugal encontra-se na 5ª posição.

Portugal ocupa ainda a 9ª posição da lista global no indicador relativo ao tempo necessário para a abertura de uma empresa e a 10ª posição na utilização das TIC por parte da Administração Pública e sua eficiência. No índice global (NRI), Portugal mantém a 28ª posição (correspondendo à 14ª no contexto da UE27). Atrás de Portugal encontram-se países como a Espanha (31ª posição), a Itália (42ª posição) e a Grécia (56ª posição).

O NRI mede o grau de preparação, participação e de desenvolvimento de um país ou região no aproveitamento que faz dos benefícios das tecnologias de informação e comunicação e é composto por três componentes: ambiente (environment), preparação (readiness) e utilização (usage). Em relação ao primeiro sub-índice, Portugal ocupa a 28ª posição, no segundo a 31ª e no terceiro a 29ª posição.

O estudo está disponível no site do WEF em www.weforum.org.


Lisboa,  09 de Abril de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

IMD World Competitiveness Yearbook 2008: Portugal sobe 2 lugares no Ranking de Competitividade do IMD

[15-05-2008]

O WCY classifica e analisa 4 factores de competitividade. Em relação a 2007, Portugal subiu no ranking global em três desses factores (quatro posições na “Performance Económica”, uma posição na “Eficiência Empresarial” e quatro posições na “Infra-estrutura”).

No factor “Eficiência da Governação”, Portugal obtém o melhor desempenho comparativo: 27ª posição no panorama global e 11ª posição no contexto da União Europeia, verificando-se em 2008 uma descida de 3 lugares no posicionamento global, depois de, em 2007, se ter verificado uma subida de 14 posições.

Os resultados deste relatório reflectem nalguns domínios o uso de indicadores frágeis que prejudicam a avaliação de Portugal. Exemplo disso é o indicador utilizado para medir o custo da Internet (20 horas mensais de acesso por dial-up, tecnologia que representa apenas 5,7% do total de ligações fixas à Internet existentes em Portugal, utilizando os restantes 94,3% tecnologias de banda larga, nomeadamente ADSL ou cabo, segundo a Informação Estatística do Serviço de Acesso à Internet publicada pela ANACOM em relação ao 4º trimestre 2007).

De sublinhar que na avaliação global do IMD, Portugal ocupa a 1ª posição no indicador “rácio alunos-professor” no ensino secundário e a 3ª na educação primária, sendo ainda o 9º país dos 55 com o maior número de telemóveis por 1.000 habitantes. O número de dias para a criação de empresas é também um dos indicadores onde Portugal se destaca, ocupando a 8ª posição global."


Lisboa, 15 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal situa-se nos 10 primeiros lugares em termos de velocidade de acesso e preço da Banda Larga

[02-05-2008]

Este relatório propõe um ranking com uma metodologia alternativa ao ranking de acesso da OCDE, o qual se baseia apenas no indicador “Taxa de penetração de Banda Larga” (nº de subscritores de acessos fixos por 100 habitantes).

O ranking da ITIF, para além da penetração por agregado, contempla ainda a média da velocidade de download em Mbps e o Preço mensal mais baixo em US $. Em consequência Portugal sobe quatro lugares em relação ao posicionamento obtido no ranking da OCDE e obtém um score acima da média, tendo em conta os países considerados.

O ranking da ITIF, tal como o Ranking da OCDE,  não considera para efeitos de medição na penetração de BL os acessos móveis, facto que penaliza fortemente Portugal. Para a medição da Penetração de Banda Larga, as várias organizações internacionais continuam a manter a metodologia que se reduz à medição de acessos fixos, o que faz com que Portugal se classifique sistematicamente em posições que não retratam a situação real do nosso país nessa matéria.

A Banda Larga móvel assume uma posição cada vez mais determinante em Portugal. Segundo a ANACOM, no 4º trimestre de 2007 o nº de clientes de BL fixa por 100 habitantes situava-se nos 15,4% e o nº de clientes de BL móvel por 100 habitantes nos 13,6%, conduzindo a uma taxa global de acesso de 29% .

Lisboa, 2 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Protocolos Microsoft em plena execução

[06-05-2008]

O Governo Português e a Microsoft acordaram em levar a cabo uma série de iniciativas globais, no âmbito do Plano Tecnológico, concretamente 18 medidas de carácter estrutural, em diferentes áreas de competência do Executivo, nomeadamente nos Ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Administração Interna, da Justiça, da Economia, do Trabalho e Segurança Social e da Presidência.

Segundo Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, “os resultados obtidos até ao momento com a execução do MOU Portugal - Microsoft demonstram o impacto muito positivo da parceria. Esta permitiu qualificar mais e melhor o País para os desafios da sociedade do conhecimento, ajudando a colocar Portugal no mapa tecnológico global, o que atrai investimentos significativos no domínio dos serviços tecnológicos e do desenvolvimento de centros de excelência. Em consequência destes resultados e de outras parcerias de elevada ambição, Portugal é hoje um "player" competitivo no mercado tecnológico global e um "nearshore" de referência para a instalação de centros de serviços e desenvolvimento tecnológico sofisticados.”

Para Nuno Duarte, Director Geral da Microsoft em Portugal ”é com muito orgulho que vemos em plena execução todas as medidas consignadas no Memorando de Entendimento. Ficamos muito satisfeitos por termos sido a primeira empresa privada a estabelecer com o Governo um Acordo de Cooperação com esta abrangência e que teve, antes do mais, um grande mérito: ajudar a sensibilizar o País para os desígnios do Plano Tecnológico e para o imperativo que constitui a adopção em massa das Tecnologias de Informação nos diversos sectores da vida portuguesa: empresas, Administração Pública/Estado e pelos cidadãos em nome individual. O atraso tecnológico de Portugal não se vence contudo em dois ou três anos, mas provavelmente numa geração. Por essa razão, as medidas onde a Microsoft se propôs colaborar com o Governo Português são sobretudo de carácter estrutural e com plenos resultados a médio prazo.“


Lisboa, 06 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Governo Português e Cisco estabelecem parceria estratégica

[08-05-2008]

Este memorando será subscrito durante a inauguração do Centro "Hércules" e da nova sede da Cisco Portugal, no Lagoas Park, com a presença do Primeiro Ministro, José Sócrates, e do Presidente Europeu da Cisco, Chris Dedicoat, envolvendo várias áreas da empresa e 9 ministérios do Governo Português.

Quando se espera que 1/3 a metade dos ganhos de produtividade nas economias abertas até 2011 resultem da utilização generalizada de tecnologias internet em todos os sectores (segundo a NetImpact Studies 1999-2007), este memorando de entendimento tem como principal objectivo promover as qualificações profissionais tecnológicas dos portugueses, promover a inclusão digital e potenciar a empregabilidade. As acções a desenvolver enquadram-se na política de responsabilidade social da empresa, tendo um carácter não comercial.

Em concreto e no âmbito desta parceria, a Cisco compromete-se a colocar em funcionamento em Portugal, até 2011, 400 Networking Academies (Academias de Networking), mais 250 do que as actualmente existentes, que vão poder formar por ano mais de 10.000 profissionais em tecnologias Internet e gestão de redes. Para o desenvolvimento dessas academias, a Cisco oferece a formação dos formadores, disponibiliza gratuitamente todos os conteúdos formativos e suporte online permanente, suportando 75% dos custos do equipamento informático que venha a ser necessário. O Governo, pelo seu lado, criará condições para a criação dessas academias em escolas secundárias, universidades, institutos politécnicos, centros de formação profissional, prisões e ONGs, bem como junto das forças armadas e de segurança.

O memorando de entendimento assegura também a participação da Cisco em iniciativas emblemáticas do Plano Tecnológico, como o desenvolvimento da iniciativa "e-escola", o programa Inov Jovem (recebendo estagiários recém-licenciados), o programa Inov Contacto (recebendo estagiários nos seus centros de I&D nos EUA) e o programa de Estágios TIC para cursos profissionais. Através deste memorando, a Cisco colaborará ainda com o Governo no desenvolvimento de competências nas PMEs, nomeadamente nas áreas da tecnologia e da gestão. 

Por último, é particularmente significativo que este memorando seja assinado no momento em que a Cisco inaugura em Portugal o seu Centro "Hércules", que dará suporte ao processo de venda da Cisco para todo o mercado europeu. A decisão da Cisco, uma das maiores empresas tecnológicas mundiais, de instalar este centro no nosso país, é uma decisão com enorme significado, pois preferiu Portugal a outras propostas alternativas de outros países europeus. Esta opção reconhece o potencial de Portugal como um País de Excelência para a localização de serviços tecnológicos altamente sofisticados.

A instalação do Centro "Hércules" representou um investimento directo de 7 milhões de Euros e mobiliza, para o seu arranque, cerca de 70 profissionais altamente especializados. A maior parte do negócio da Cisco na Europa, num volume de transacções superior a 5 mil milhões de Euros por ano, passará pelo Centro "Hércules".

Esta decisão demonstra uma enorme confiança no potencial de Portugal, na qualidade das suas infra estruturas de comunicações, na qualificação dos seus especialistas e na fiabilidade da sua aposta tecnológica. Essa confiança é consolidada e reforçada através deste memorando de entendimento, que estabelece uma verdadeira parceria estratégica com Portugal para o seu desenvolvimento.


Lisboa, 8 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
 

OCDE Broadband – Dezembro 2007 Taxa de Penetração de Banda Larga da OCDE continua a não contabilizar acessos móveis

[19-05-2008]

A taxa de penetração de Banda Larga medida pela OCDE traduz apenas o número total de assinantes de Banda Larga fixa (ADSL e Cabo) por 100 habitantes. Neste valor não estão contabilizados os 13,6% de acessos à Banda Larga móvel em Portugal, estimados pela ANACOM na sua Informação Estatística referente ao Serviço de Acesso à Internet para o final do 4º trimestre de 2007. Considerando este valor, Portugal atingiria uma taxa de subscrição de Banda Larga bem superior à média da OCDE, que se situa nos 20% A não consideração da Banda Larga Móvel na análise da OCDE não permite ainda acomodar eventuais mudanças no tipo de acesso (fixo ou móvel) utilizado.


Lisboa, 19 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

The Global Competitiveness Report 2008-2009

[08-10-2008]

Segundo o Global Competitiveness Report 2008-2009 (GCR) hoje divulgado pelo World Economic Fórum, Portugal ocupa a 43ª posição no índice global de competitividade que ordena um conjunto de 134 países. No contexto da UE27, Portugal ultrapassou a Lituânia e foi ultrapassado por Chipre, mantendo assim 17ª posição que ocupava na edição anterior, situando-se à frente de países como a Itália ou a Grécia.

Portugal ocupa a 9ª posição do mundo no tempo necessário à criação de um negócio e tem a 5ª taxa mais favorável no que respeita ao peso das tarifas no comércio internacional. Portugal é ainda o 11º país com a taxa de subscrição de telemóvel mais elevada e o 22º no nível de investimento em qualificações.

O GCR tem em consideração o nível de desenvolvimento dos países e inclui variáveis económicas, institucionais, educacionais e empresariais. Portugal é penalizado neste índice, fundamentalmente, pela avaliação da estrutura do mercado de trabalho considerada pelos autores do relatório como pouco eficiente.

Lisboa, 10 de Outubro de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Governo Português e Xerox Portugal assinam Memorando de Entendimento

[25-09-2008]

A Xerox Portugal assina amanhã um Memorando de Entendimento com o Governo Português. Este Memorando, que envolverá quatro os Ministérios da Economia e da Inovação, Educação, Ciência e Tecnologis e Finanças, tem por objecto a promoção da literacia digital e da inovação empresarial, contribuindo para a competitividade económica, a empregabilidade e o desenvolvimento da sociedade da informação em Portugal.

Neste sentido, a Xerox responde pro-activamente enquanto empresa inovadora aos objectivos do Plano Tecnológico, contribuindo para um elevado investimento no desenvolvimento e qualificação dos recursos humanos nacionais e multinacionais em Pesquisa e Desenvolvimento.

Os centros de investigação de Palo Alto (PARC), Grenoble (EuroParc) e da Fuji Xerox, têm dezenas de milhares de patentes registadas e tem assegurado uma constante renovação nos produtos e soluções disponíveis no mercado.

Algumas destas soluções irão estar disponíveis para suportar programas chave do Plano Tecnológico e dos Programas de Modernização administrativa, no âmbito das soluções de escritório, impressão digital e gestão documental.

Progressos em parceria com  o Governo Português

Integrado neste protocolo, que será assinado pelo Ministro da Economia e Inovação e pelo Coordenador do Plano Tecnológico em representação do Governo Português e pelos Director Geral Portugal e Presidente Mundial, pela Xerox Corporation, serão implementados diversos projectos em parceria com alguns dos principais Ministérios.

Com o Ministério da Economia e da Inovação, a Xerox participará no Programa “InovContacto” através do qual irá receber recém-licenciados nos seus centros de I&D.

No Ministério das Finanças e da Administração Pública, os programas terão como âmbito o desenvolvimento de acções de formação para quadros da administração pública, na metodologia Lean Six Sigma.

No âmbito do Ministério de Educação, vão ser desenvolvidas as Academias TIC em escolas secundárias e em outras instituições de formação profissional, bem como a participação da Xerox no Programa de estágios TIC.

No que se refere ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o protocolo pretende promover o desenvolvimento de Academias TIC no âmbito do Projecto Academias TIC da UMIC.

A marcar esta assinatura de Protocolo, irá ser inaugurado o Solutions Village, um Centro de Competências que vem dotar a Xerox Portugal de um espaço onde é possível apresentar a história da marca, bem como toda a tecnologia, soluções e serviços disponibilizados. A criação do Solutions Village vem no seguimento da estratégia de Investigação e Desenvolvimento da Xerox Portugal, que pretende dotar clientes e parceiros das mais recentes inovações e novidades tecnológicas, privilegiando soluções personalizadas e adequadas a cada cliente, e a abertura de novas possibilidades de negócio.

Para Miranda Clara, Director Geral da Xerox Portugal "a importância da inovação e da qualificação dos recursos humanos, como forma de potenciar o crescimento económico de um país como Portugal é um dos grandes objectivos da Xerox Portugal, e por isso pretendemos apoiar o Governo Português na consecução do Plano Tecnológico, de forma a incrementar a produtividade, competitividade e o crescimento do nosso país". Miranda Clara conclui que "Esta é uma excelente oportunidade também para as empresas formarem quadros que dominem as tecnologias que estão na vanguarda da economia global".

Para Carlos Zorrinho, Coordenador do Plano Tecnológico “a assinatura deste memorando confirma mais uma vez que as grandes empresas internacionais estão interessadas no potencial tecnológico de Portugal e em associar-se ao movimento de mudança e qualificação em curso na sociedade portuguesa".

Lisboa, 25 de Setembro de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

WEF-Portugal foi o segundo país da UE27 que mais progrediu entre 2004 e 2008 na concretização da Estratégia de Lisboa

[27-10-2008]

Esta posição obtida na edição deste ano deste relatório bienal, representa a segunda maior subida da UE27 comparando com a edição de 2004 (3 posições), a par da República Checa e da Eslováquia e apenas atrás da Áustria que subiu 4 posições.

Em 2008 Portugal permanece neste ranking à frente de países como a Espanha, Itália e Grécia. Portugal e todos estes Países foram ultrapassados entre 2006 e 2008 por Chipre, o qual não constava do ranking de 2004. Suécia, Dinamarca e Finlândia, por esta ordem, lideram a tabela.

O índice é composto por 8 dimensões críticas: Sociedade da Informação; Inovação e I&D; Liberalização; Indústrias de Rede; Serviços Financeiros; Ambiente Empresarial; Inclusão Social e Desenvolvimento Sustentável, sendo a avaliação realizada a partir de informação estatística e de um inquérito designado por EOS (Executive Opinion Survey) realizado pelo WEF em mais de 100 países.

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
27 de Outubro de 2008

Estatísticas da OCDE ainda não contabilizam a penetração de Banda Larga móvel, em que Portugal tem a segunda taxa mais elevada da União Europeia

[23-10-2008]

No período homólogo de 2005 esse valor era de 9,71% o que traduz um crescimento de 53% em 3 anos.

O indicador usado pela OCDE* para medir a Taxa de Penetração de Banda Larga traduz apenas o número total de assinantes de Banda Larga fixa por 100 habitantes, ignorando ainda os assinantes da tecnologia de Banda Larga móvel que, segundo a ANACOM, em Portugal, no 2º trimestre 2008 eram em número superior aos assinantes de BL fixa.

No final do mês de Setembro de 2008 a Comissão Europeia publicou um relatório onde reporta que Portugal é o 2º país da União Europeia com maior taxa de penetração 3G, apenas atrás da Itália.

Lisboa, 23 de Outubro de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia

Conferência de Abertura do Ano Europeu da Criatividade e Inovação

[12-12-2008]

No dia 7 de Janeiro, decorre em Praga e no âmbito da Presidência Checa da UE, a conferência de abertura do Ano Europeu da Criatividade e Inovação 2009, na qual cada País será representado por uma personalidade cujo trabalho seja inspirador da atitude criativa e inovadora com que a Europa pretende enfrentar os desafios do futuro. 

Portugal será representado por  Leonel Moura, personalidade que ao longo do seu percurso criativo e inovador tem combinado diferentes abordagens artísticas com a inteligência artificial e a robótica, desenvolvendo entre outros, conceitos como o RAP (Robotic Action Painter) e o Robotarium (Zoo de Robots), com elevado reconhecimento nacional e internacional.

Carlos Zorrinho, Coordenador do Ano Europeu da Criatividade e Inovação 2009 em Portugal, considera que a participação de Leonel Moura “dará um forte contributo para abrir novas perspectivas na interligação entre a arte e a ciência, posicionando Portugal como um País que se assume na fronteira da criatividade e da inovação enquanto geradoras de valor e desenvolvimento sustentado”.

12 de Dezembro de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Avaliação da Estratégia de Lisboa: Comissão destaca os esforços positivos de Portugal

[28-01-2009]

A Comissão Europeia divulgou hoje em Estrasburgo a avaliação da implementação da estratégia de Lisboa nos 27 Estados Membros, tendo por base os relatórios de implementação enviados pelos diversos Países. Em relação a Portugal, destaca de forma muito positiva o progresso realizado, nomeadamente na consolidação das finanças públicas e na reforma da Administração Pública, nas medidas para aumentar o investimento público e privado em I&D, na maior eficiência do sistema de educação e na revisão do código do trabalho.

A avaliação destaca também as medidas recentes que Portugal implementou como resposta à crise internacional e que visam a estabilização do sistema financeiro e da situação macroeconómica, bem como a redução da carga fiscal sobre as empresas e o apoio às famílias mais carenciadas.

A Comissão sugere que Portugal prossiga o esforço desenvolvido continuação do esforço garantir a sustentabilidade de médio prazo das contas públicas e a reforma na AP, redireccionando a despesa pública para as áreas com maior impacto potencial no crescimento e no emprego. Sugere ainda a continuação do esforço de melhoria do sistema educativo e do sistema de formação vocacional, com ligação às necessidades do mercado, bem como a implementação da legislação para a modernização da protecção do emprego, reduzindo a segmentação do mercado de trabalho.

A avaliação hoje divulgada - e que pode ser consultada em http://ec.europa.eu/growthandjobs/index_en.htm - evidencia mais uma vez a forte consonância estratégica entre as recomendações da Comissão Europeia e as políticas que Portugal tem vindo a concretizar no seu Plano Nacional de Reformas.

Fonte: Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Comissão Europeia: Avaliação do PNACE 2005/2008

[25-01-2006]

O relatório exprime uma visão optimista sobre o processo de implementação da Estratégia de Lisboa, baseado num compromisso activo entre a Comissão Europeia e os Estados Membros na concretização duma agenda coordenada para o crescimento e o emprego. Como parte integrante do relatório, a Comissão divulgou um documento de análise dos Planos Nacionais de Reforma (PNR) , visando identificar pontos fortes e pontos a desenvolver nos diversos programas.

A apreciação do PNR Português (PNACE 2005-2008) revela uma forte concordância da Comissão Europeia com a estratégia, o diagnóstico de constrangimentos e a definição de prioridades que informam o documento.

Nesse sentido, f oram identificados quatro objectivos estratégicos do PNACE 2005/2008 - o fortalecimento do equilíbrio orçamental, a promoção do crescimento económico, da competitividade e da coesão social, territorial e ambiental – e as seguintes políticas transversais: crescimento económico e sustentabilidade das contas públicas; reforma da administração pública; competitividade e empreendedorismo; I&D e Inovação; coesão territorial e sustentabilidade ambiental; eficiência dos mercados; qualificações, emprego e coesão social.

Além disso, foi considerado que o Programa apresenta diversas medidas, muitas das quais promissoras. Como “ pontos fortes” do PNACE 2005/2008 foram indicados: as soluções apontadas pelo Plano Tecnológico para as áreas da ciência, tecnologia e inovação e o foco no investimento em capital humano.

O relatório da Comissão destaca também algumas medidas e políticas exemplares propostas pelos Governos dos Estados-Membros. No que se refere ao PNR Português , foram apontadas as seguintes:

(i) a criação dum Instituto de Pesquisa em parceria com a Espanha ;

(ii) a aplicação do princípio do balcão único para a prestação de serviços públicos aos cidadãos e às empresas . Como exemplos concretos cabe mencionar a iniciativa “ Empresa na Hora” , que já está disponível em 20 pontos de atendimento nacionais e até o final do primeiro trimestre de 2006 , será alargada para todos os distritos do continente; no âmbito do Programa Nacional de simplificação Legislativa e Administrativa entrará em funcionamento, ainda em 2006 , o Plano para as Empresas , que prevê a simplificação dos actos de registo e notariado, a prestação única de contas e a prestação electrónica de serviços fiscais e aduaneiros; e a iniciativa “Segurança Social Directa” , lançada em Novembro de 2005.

(iii) A implementação de programas específicos para melhorar a competitividade externa das empresas , como a abertura de delegações do IAPMEI, o Projecto Portugal Marca e os Programas Inov-Jovem e Inov-Contacto ;

(iv) a implementação dum programa específico para acelerar a transição e a reestruturação empresarial ( Programa AGIIRE – Gabinete de Intervenção Integrada para a Reestruturação Empresarial , levada a cabo pelo Ministério da Economia e da Inovação e pelo Ministério do Trabalho ).

(v) a implementação de políticas que permitem a melhoria da sustentabilidade financeira do sistema de pensão , como o novo regime de aposentação dos funcionários públicos (em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2006) ; a extinção de cerca de 30 regimes especiais de aposentação que se conformarão ao regime geral; a aceleração da transição para a nova fórmula de cálculo das pensões do regime geral , que prevê mecanismos de solidariedade profissional e considera a totalidade da carreira contributiva ( a implementar já a partir de 2006 ) e a promoção do envelhecimento activo , visando aproximar a idade efectiva da idade legal de reforma (neste âmbito, foram já suspensas ou revogadas normas que permitiam a antecipação da idade de reforma).

(vi) a reavaliação dos custos administrativos impostos pela legislação vigente (Iniciativa “Legislar Melhor”) .

 

Da mesma forma, face à ambição da estratégia e dos objectivos a atingir, são levantadas dúvidas sustentadas quanto à falta de detalhe na definição de algumas prioridades estratégicas e na descrição de algumas medidas .

Tendo em conta essa apreciação, será de imediato iniciado um processo de detalhe e desenvolvimento das medidas e políticas previstas no PNACE, incorporando informação sobre a aplicação em curso das muitas medidas já concretizadas ou em processo de concretização, bem como informação recolhida através do sistema de monitorização de impactos que está a ser desenvolvido e da discussão dos resultados com os agentes económicos e sociais e com as instituições políticas competentes.

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2006

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

 

European Innovation Scoreboard 2006 divulgado hoje em Bruxelas

[22-02-2007]

No estudo comparativo divulgado hoje, Portugal encontra-se no grupo de países em catching up (recuperação), com taxas de crescimento dos seus indicadores de inovação acima da média europeia, recuperando assim a distância face aos países melhor colocados. Este resultado é positivo, apesar de ainda não reflectir de forma significativa os resultados do Plano Tecnológico, pois a maior parte dos indicadores utilizados reporta-se a 2005, 2004 e mesmo a 2003.

 

Este estudo reforça o objectivo do Governo de melhorar o posicionamento competitivo do País, sendo de esperar uma evolução ainda mais favorável quando a comparação reflectir em pleno o esforço feito com as várias medidas do Plano Tecnológico. Com efeito, os dois únicos indicadores referentes a 2006 (registo de marcas comunitárias e de design industrial) revelam um grande progresso. Essa tendência também é patente em outros índices, que usam dados mais recentes, como o relatório Doing Business 2007 do Banco Mundial (que considerou Portugal top reformer) ou o World Competitiveness Yearbook, divulgado pelo IMD no final de 2006.

 

O European Innovation Scoreboard é uma análise comparativa anual da performance de inovação dos vários países europeus, tendo este último relatório sido elaborado pelo MERIT (Maastricht Economic Research Institute on Innovation and Technology) e pelo Joint Research Centre da Comissão Europeia.

 

Lisboa, 22 de Fevereiro de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

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Portugal sobe dois lugares no Lisbon Scorecard

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Empregos em alta tecnologia: Portugal com a maior taxa de crescimento da UE-25

[16-03-2007]

Segundo um estudo divulgado hoje pelo Eurostat (http://ec.europa.eu/eurostat), Portugal registou um crescimento de 9,9% no emprego no sector dos serviços de conhecimento intensivo (“high tech KIS sectors”), o maior crescimento da EU25, à frente de Chipre (8,8%), de Espanha (8,1%) e do Luxemburgo (6,0%) e muito acima da média europeia (2,7%).

O desempenho positivo vem confirmar outras subidas recentes verificadas noutros rankings internacionais que traduzem a dinâmica competitiva dos Países. Portugal subiu 4 lugares no índice The Lisbon Review 2006 do World Economic Fórum, 2 lugares no índice The Lisbon Scorecard do Centre for European Reform, 3 lugares no Ranking Europeu de Disponibilização de Serviços públicos on-line e 5 lugares no ranking Doing Business do Banco Mundial. Neste último, Portugal foi mesmo considerado “top reformer” no processo de criação de novas empresas.

Este estudo, associado ao comportamento recente dos rankings, é mais um sinal de que o Plano Tecnológico está a mudar determinadamente o perfil da economia portuguesa e o contexto existente para o investimento e para os negócios.


Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Eurostat divulgou hoje estudo comparativo

[27-03-2007]

Segundo um estudo divulgado hoje pelo Eurostat (http://ec.europa.eu/eurostat) com dados referentes ao ano de 2006, Portugal está na 7ª posição dos países da União Europeia em termos de competências na utilização de computadores, considerando jovens entre os 16 e os 24 anos.

Neste indicador, Portugal apresenta um desempenho acima da média da UE 25, estando apenas abaixo da Eslovénia, Luxemburgo, Áustria, Dinamarca, Hungria e Estónia. Considerando a população entre 16 e 74 anos, Portugal apresenta um desempenho muito próximo da média europeia.

Verifica-se ainda, através deste estudo, que 68% dos jovens portugueses entre 16 e 24 anos utilizaram a Internet pelo menos uma vez na semana anterior à realização dos inquéritos, colocando Portugal perto da média da UE 25, ao mesmo nível de países como a Espanha e França e acima de países como a Itália e a Irlanda.


Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

i2010 - Annual Information Society Report 2007

[05-04-2007]

Segundo o i2010 – Annual Information Society Report 2007 divulgado recentemente pela Comissão Europeia, Portugal apresenta-se na 3ª posição dos países da União Europeia em termos da percentagem de serviços públicos básicos, para empresas, totalmente disponíveis online, sendo destacadas ainda iniciativas como o Diário da República Online e Empresa Online que permite a criação de empresas pela Internet estendendo a iniciativa Empresa na Hora.

Ainda nas áreas referentes ao eGovernment, Portugal apresenta um desempenho acima da média da UE25 no que concerne aos serviços públicos básicos, dirigidos aos cidadãos, totalmente disponíveis online, o que nos coloca na 11ª posição dos países da União Europeia, destacando-se também o lançamento do Cartão do Cidadão.

Portugal apresenta-se igualmente na 3ª posição dos países da União Europeia em número de subscritores da tecnologia 3G. Segundo o mesmo relatório, Portugal apresenta ainda valores acima da média da UE25 na taxa de cobertura de DSL, incluindo nas zonas rurais.

É destacado ainda no relatório o desempenho do País na existência de ligações em Banda Larga nas escolas (onde o relatório reporta 73%, acima da média de 67% da EU 25), embora este dado esteja muito aquém do que se verifica efectivamente em Portugal devido a insuficiências da metodologia aplicada (baseada em inquéritos a professores), já que, no que concerne às escolas públicas, essa percentagem é de 100%.

Portugal aparece abaixo da média da União Europeia no que diz respeito à percentagem da população que utiliza regularmente a Internet, bem como em termos de acesso em casa e no trabalho, aspectos que estão muito ligados a baixos níveis de qualificação secundária da população. No entanto, o relatório destaca o esforço do Governo Português no sentido de contrariar esta tendência, nomeadamente através dos benefícios fiscais na compra de computadores. Este esforço será incrementado com medidas em preparação no âmbito do Plano Tecnológico.


Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

OCDE BroadBand – Dezembro 2006

[23-04-2007]

Segundo o OCDE BroadBand hoje divulgado, a taxa de penetração de Banda Larga atingiu em Portugal 13,8% em Dezembro de 2006. Em Dezembro de 2005 esse valor era de 11,5% o que traduz um crescimento de 20% apenas num ano.

A taxa de penetração de Banda Larga traduz o número total de assinantes de Banda Larga por 100 habitantes. Neste valor não estão contabilizados os 1,6% de acessos à Banda Larga via 3G, estimados pela ANACOM em Dezembro de 2006.

Em número de subscritores 3G, Portugal apresenta um desempenho acima da média europeia. O i2010 - Annual Information Society Report 2007, publicado no final de Março pela Comissão Europeia, classificava Portugal como o 3º país da UE27 com o 3º melhor desempenho em n.º de subscritores 3G. Deste facto pode-se inferir que o posicionamento de Portugal num “ranking” agregado seria assim ainda mais favorável do que aquele que é revelado pelo OCDE BroadBand.

Tendo em conta a importância do incremento da penetração da banda larga para permitir um acesso generalizado dos cidadãos aos benefícios da Sociedade da Informação, o Governo, no âmbito do Plano Tecnológico, vai continuar a dar prioridade às medidas e iniciativas que permitam que cada vez mais portugueses possam aceder à utilização de computadores e ao uso da Internet.

 

Lisboa, 23 de Abril de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal melhora 12 lugares na “Eficiência na Governação” no Ranking de Competitividade do IMD

[11-05-2007]

O WCY classifica e analisa 4 factores de competitividade: “Performance económica”; “Eficiência da Governação”; “Eficiência no mundo empresarial” e “Infra-estruturas”. Em relação a 2006, Portugal subiu 12 posições no índice de qualidade da governação, posicionando-se acima da média europeia neste indicador. Deste modo, a evidente melhoria da eficiência da governação amorteceu o impacto menos positivo dos outros factores de competitividade, que de forma agregada conduziram ao recuo de dois lugares no posicionamento global do País.

Sem pôr em causa a utilidade desta análise comparativa realizada pelo IMD, alguns dos indicadores considerados são manifestamente inadequados para avaliar a realidade do País. Exemplo disso é o indicador utilizado para medir o custo da Internet (20 horas mensais de acesso por dial-up, tecnologia que já só é usada em 15% dos lares Portugueses com ligação à Internet, utilizando os restantes 85% tecnologias de banda larga, nomeadamente ADSL ou cabo, segundo o Inquérito ao consumo da Banda Larga realizado pela ANACOM em Dezembro de 2006).

Por outro lado, este índice mostra também, e de novo, que Portugal é mais penalizado nas percepções medidas por inquérito do que nos indicadores estatísticos factuais, o que indicia um potencial de melhoria a médio prazo.

Lisboa, 10 de Maio de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

 

Seminário Europeu em Guimarães "Living Labs: Ligar a Inovação às Pessoas"

[16-05-2007]

O seminário é organizado pelo Governo Português, através do Gabinete do Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico e do IAPMEI – Instituto de Apoio às PME e à Inovação, e ainda pela Universidade do Minho, em colaboração estreita com a Rede Europeia de Living Labs e a DG Sociedade da Informação e Média da Comissão Europeia. O evento terá lugar nos dias 21 e 22 de Maio no Centro Cultural Vila Flor (Av. D. Afonso Henriques, 701, Guimarães, Portugal).

A Rede Europeia de Living Labs (www.openlivinglabs.eu) foi lançada em Novembro passado em Helsínquia, durante a Presidência Finlandesa da União Europeia como uma nova abordagem à investigação, desenvolvimento e inovação. Os Living Labs são comunidades de actores envolvidos no processo de inovação, incluindo empresas, investigadores, consumidores e instituições públicas.

Durante este evento, a coordenação da Rede Europeia de Living Labs anunciará oficialmente a abertura de candidaturas para segunda vaga de desenvolvimento desta rede europeia. Os novos membros serão anunciados em Outubro, juntando-se aos 19 Living Labs fundadores da rede.

Como parte dos trabalhos preparatórios da Presidência Portuguesa da UE, este evento dará um forte contributo para uma abordagem mais integrada das políticas de inovação na Europa, promovendo um melhor  equilíbrio entre a promoção da inovação do lado da oferta e iniciativas vocacionadas para promover a procura, estimulando a construção de interacções sistemáticas entre os agentes inovadores e os seus “utilizadores-alvo” finais.


Lisboa, 15 de Maio de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal subiu 3 posições em Ranking de avaliação da qualidade dos serviços públicos

[28-08-2007]

Este relatório, publicado pelo 8º ano consecutivo, avalia os níveis de desempenho dos organismos públicos no domínio da prestação de serviços aos cidadãos e empresas.

No estudo são explicitadas algumas iniciativas em curso que contribuíram para a melhoria do desempenho de Portugal, sendo reconhecido o papel relevante do Plano Tecnológico, da Iniciativa Ligar Portugal e do SIMPLEX para essa melhoria. É ainda salientada a importância de medidas e iniciativas como o Cartão do Cidadão, Empresa na Hora, Marca na Hora, Documento Único Automóvel, Portal da Empresa e rede de Lojas do Cidadão.

Sublinhe-se que Portugal se posicionou no 10º lugar no ranking dos países da UE em termos de disponibilização de serviços públicos prestados on-line no estudo da Cap Gemini divulgado pela Comissão Europeia em final de 2006, subindo igualmente 3 posições.

Estes resultados evidenciam o impacto positivo da prioridade dada pelo Governo à melhoria da eficácia dos serviços prestados pela Administração Pública aos cidadãos e às empresas.


Lisboa, 28 de Agosto de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

3.º na Europa – Portugal foi o país que mais progrediu em governo electrónico nos últimos 2 anos

[20-09-2007]

O relatório divulgado pela Comissão Europeia classifica Portugal como o “fast mover” em termos de melhoria da qualidade dos serviços públicos online entre 2005 e 2007.

Neste Ranking Portugal posiciona-se na 3ª posição em termos de disponibilidade online dos serviços e na 4ª posição no que diz respeito à sua sofisticação.

O Ranking Online Public Services é realizado desde 2001 e promove uma comparação da disponibilidade e sofisticação online dos serviços públicos dos Estados Membros.

Apesar do aumento do grau de exigência da metodologia utilizada, Portugal acresceu em mais de 100% a disponibilidade serviços, tendo em conta o estudo anterior e fixou-se num nível de disponibilização de 90%.

No nível da sofisticação, o nível de Portugal cifrou-se igualmente nos 90%, que compara com os 68% conseguidos em 2005.

Portugal atingiu um nível de 100% de disponibilidade e sofisticação nos serviços online dirigidos às empresas, sendo classificado como o segundo melhor país da UE neste item.

Os progressos obtidos por Portugal neste ranking reflectem iniciativas inovadoras no âmbito do Plano Tecnológico e em particular do Simplex, de que são exemplo as medidas Empresa na Hora online, novas funcionalidades do Portal do Cidadão, pré-preenchimento das declarações de IRS online, criação do Portal NETemprego, desenvolvimento da Segurança Social Directa, projecto Esquadra Século XXI, projecto piloto de marcação de consultas online em 13 hospitais e o Site para candidatura online ao ensino superior.

Este estudo vem confirmar os resultados obtidos recentemente por uma outra comparação internacional levada a cabo pela Universidade de Brown que incidiu sobre o grau de desenvolvimento do Governo Electrónico em 198 países, na qual, Portugal obteve o 7º lugar absoluto.

 

Lisboa, 20 de Setembro de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Apresentado documento estratégico para o novo ciclo da Estratégia de Lisboa:«O interesse europeu – ter êxito na era da globalização»

[03-10-2007]

Neste quadro, a Comissão Europeia adoptou hoje um documento de enquadramento (em anexo), que assume a Estratégia de Lisboa como a agenda de inovação e criatividade com a qual a União deve fazer face aos desafios da globalização.

Dando sequência ao mandato do último Conselho Europeu da Primavera e à reunião dos Coordenadores Nacionais da Estratégia de Lisboa que teve lugar no passado mês de Setembro, este documento, designado “Vision Paper”, será debatido pelos Chefes de Estado e de Governo da UE na Cimeira Informal a realizar-se em Lisboa a 18 e 19 de Outubro.

O “Vision Paper” interpreta o contexto competitivo que a União Europeia enfrenta actualmente e reafirma a importância da Estratégia de Lisboa para investir nas pessoas, no crescimento e no emprego. Para além de impulsionar a sua concretização a nível nacional e europeu, pretende dotá-la de uma dimensão económica externa coerente e mobilizadora.


Para mais informações, consulte:

http://ec.europa.eu/commission_barroso/president/press/reports/index_pt.htm

 

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal sobe pelo segundo ano consecutivo no ranking “Doing Business” do Banco Mundial.

[25-09-2007]

O Estudo “Doing Business” combina indicadores relevantes no âmbito da criação de bom ambiente para os negócios em 178 economias mundiais, designadamente o custo e número de procedimentos para abertura e encerramento de empresas, licenciamento, contratações e despedimentos, registo de propriedade, obtenção de crédito, protecção de investidores, fiscalidade, comércio internacional ou cumprimento de contratos.

Portugal, que foi considerado na edição de 2007 “Top Reformer” na criação de empresas, é agora explicitamente considerado exemplo de País que efectuou reformas positivas nos domínios da criação e encerramento de empresas, do registo de propriedade, da protecção dos investidores, da eficiência fiscal e da execução dos contratos.

Estes resultados confirmam e reforçam as análises que têm sido divulgadas internacionalmente sobre a atractividade acrescida de Portugal e são conseguidos num contexto de forte competitividade entre países, significando estas subidas, não apenas uma melhoria absoluta de desempenho, mas também um acréscimo de “perfomance “superior à média.


Lisboa, 25 de Setembro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Inovar para ligar a Agenda de Lisboa às Pessoas

[16-10-2007]

A Rede Europeia de Living Labs foi lançada em Novembro de 2006, durante a Presidência Finlandesa, com 19 membros fundadores. Neste ano, num evento realizado no âmbito da preparação da Presidência Portuguesa, a ENoLL anunciou a abertura de novas candidaturas, convidando Living Labs já existentes ou emergentes a associarem-se à Rede. Após um processo de selecção rigoroso, foram seleccionados 32 Living Labs que serão anunciados no evento da próxima quarta-feira.

O conceito de “Living Labs” consiste numa nova abordagem da investigação, do desenvolvimento e da inovação, que envolve no processo de inovação todos os parceiros, nomeadamente empresas, cidadãos, investigadores e instituições públicas.

Através destas parcerias, a inovação aberta torna-se possível promovendo a interacção entre as necessidades dos consumidores e o desenvolvimento de novas técnicas. Estas comunidades abrangem tanto pequenas e médias empresas como grandes corporações como a Nokia, a IBM e a SAP:

Carlos Zorrinho, o Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, considera essa experiência “um excelente exemplo de como a Europa pode enfrentar os desafios da globalização, recorrendo à criatividade, ao conhecimento e à inovação. “Este crescimento de 19 para 51 membros”, comenta Carlos Zorrinho, “é uma demonstração da capacidade criativa dos inovadores europeus”.

Este evento é organizado em parceria pela Presidência Portuguesa da União Europeia, pela rede Europeia de Living Labs e pela Comissão Europeia - Direcção Geral da Sociedade da Informação e Média.


Lisboa, 16 de Outubro de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estartégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Redes Inovadoras (Living Labs) – Portugal é o 2º País da Europa com mais redes reconhecidas e aprovadas

[17-10-2007]

Com a aprovação de 5 novos “Living Labs” nesta segunda vaga, Portugal passou a ter seis membros da rede, sendo o segundo País com mais redes inovadoras (logo a seguir à Finlândia, com sete redes).

Os Living Labs portugueses actualmente integrados na rede europeia, são o Madeira Living Lab (1ª vaga) e o S. João da Madeira LL liderado pela Sanjotec, o Creative Media Lab liderado e o Rener liderados pela INTELI, o Living Lab Minho liderado pela Universidade do Minho e o Eco Living Lab liderado pela Câmara Municipal da Chamusca, anunciados hoje como novos membros da rede.

Outros cinco “Living Labs” portugueses foram pré-qualificados para a terceira vaga de selecção de redes inovadoras que ocorrerá durante a presidência eslovena na Primavera de 2008, demonstrando uma forte cultura de inovação em rede, determinante para reforçar a capacidade competitiva do País face aos novos desafios da economia global.

Na sua intervenção na sessão de encerramento do evento de anuncio dos novos Living Labs, o Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, afirmou que “a nova dinâmica da rede europeia de Living Labs demonstra que o novo impulso da Agenda de Lisboa, focada na inovação e criatividade, está em desenvolvimento pleno e que Portugal está na primeira linha da sua implementação”.   

Lisboa, 17 de Outubro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal sobe 5 lugares no Global Competitiveness Index 2007-2008 do World Economic Fórum

[31-10-2007]

Estes resultados quando comparados e ajustados aos resultados da edição anterior (em que apenas foram avaliados 125 Países) evidenciam que Portugal subiu 5 lugares no contexto mundial e dois lugares no contexto da UE, tendo ultrapassado a Eslováquia e a Hungria.

O GCI tem em consideração o nível de desenvolvimento global dos países e inclui variáveis económicas, institucionais, educacionais e empresariais, para definir a competitividade dos Países.

Portugal é considerado o 8º melhor país do Mundo quando se considera o tempo global necessário para iniciar um negócio. Outros pilares em que Portugal ocupa uma posição mais favorável que o seu posicionamento global são a qualidade das infra-estruturas (25º), das instituições (27º), as competências tecnológicas (31º), a saúde e qualificação inicial (32º) e a capacidade de inovação (33º).  

O Global Competitiveness Report do WEF, para além do CGI, integra um outro índice, o Business Competitiveness Index (BCI) que se centra nos níveis de produtividade e competitividade das empresas. Neste Índice, Portugal ocupa 30ª posição numa lista de 127 países e a 13ª posição no contexto da União Europeia.


Lisboa, 31 de Outubro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

OCDE BroadBand Junho 2007: Indicador não considera Banda Larga Móvel

[06-11-2007]

Nesta taxa de penetração de Banda Larga, a OCDE considera apenas o número de assinantes de banda larga fixa por cem habitantes. Não estão contabilizados assim os 5,4% de acessos à Banda Larga via 3G em Portugal, apurados pela ANACOM referentes ao 1º trimestre de 2007. Considerando este valor, Portugal atingiria uma taxa de Penetração de Banda Larga de 20,1%.

Recorde-se que o i2010 - Annual Information Society Report 2007, publicado no final de Março pela Comissão Europeia, classificava Portugal como o  país da UE27 com o 3º melhor desempenho em n.º de subscritores 3G, claramente acima da média europeia.

Para permitir o acesso generalizado aos benefícios da Sociedade da Informação, o Governo, no âmbito do Plano Tecnológico, tem dado prioridade a medidas como a iniciativa e.escola, que permitirá em três anos que mais de 500 000 portugueses possam utilizar computadores e aceder à Internet, utilizando maioritariamente acessos móveis.

Neste contexto, o Gabinete do Plano Tecnológico tem vindo a sensibilizar as organizações internacionais que utilizam exclusivamente o critério do acesso fixo, no sentido de melhorar a qualidade da medição dos indicadores de penetração de banda larga, considerando as diversas formas de acesso disponíveis.



Lisboa, 6 de Novembro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Tecnologia RFID: Conferência Europeia lançou bases para a "Internet das coisas"

[20-11-2007]

Fazendo parte do programa oficial da Presidência Portuguesa da União Europeia, esta conferência conseguiu reunir no Lagoas Park, em Oeiras, mais de 500 especialistas ligados ao tema e cerca de 30 empresas que mostraram aplicações inovadoras de RFID. As tecnologias RFID (Radio Frequency Identification) permitem melhorar a eficiência dos processos de acompanhamento de objectos, através de etiquetas electrónicas ("tags") que armazenam informações relevantes que são transmitidas sem contacto físico ou visual, permitindo assim a identificação do objecto. Estas tecnologias estão a massificar-se com uma progressiva aplicação em várias áreas da economia e da sociedade.

Manuel Heitor, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, afirmou na abertura da conferência que estamos perante “um verdadeiro desafio europeu que só pode encontrar resposta nas pessoas, no conhecimento e nas ideias”. Assim, defendeu, “é necessário preparar Portugal e a União Europeia para estarem na linha da frente da investigação, do desenvolvimento e da difusão de novas tecnologias, o que apresenta um conjunto de novos desafios que requerem uma dimensão europeia para serem abordados”. Sublinhou a necessidade de mobilizar esforços de I&D em torno das questões centrais de redução do custo e dimensão das etiquetas, assim como das oportunidades associadas com o desenvolvimento das nanotecnologias. Destacou ainda o trabalho realizado pela anterior Presidência Alemã da União Europeia e sublinhou a importância do papel que a Comissão Europeia tem assumido para garantir que esta tecnologia respeita a segurança e a privacidade dos cidadãos.

Viviane Reding, Comissária Europeia para a Sociedade da Informação e os Media, lembrou que, graças às tecnologias RFID, "estamos a assistir ao desenvolvimento de um número extraordinário de serviços inovadores que podem mudar estruturalmente muitas indústrias e mercados". Reforçou que, por isso, "este salto em frente representa uma nova fase da Sociedade da Informação, uma verdadeira Internet das Coisas, na qual a Rede não se limita a ligar computadores mas poderá incluir qualquer objecto criado pela Humanidade". A Sr.ª Reding anunciou ainda que a Comissão irá emitir na primavera de 2008 uma recomendação sobre a garantia dos princípios de segurança e privacidade nas aplicações das tecnologias RFID.

Durante a conferência, estes temas foram desenvolvidos através de um painel sobre os aspectos de segurança e privacidade, seguido de três sessões paralelas que permitiram a apresentação de mais de duas dezenas de casos de aplicação desta tecnologia como exemplos de inovação tecnológica ou de resposta a necessidades do mercado. No segundo dia da conferência, foram ainda discutidas pela primeira vez as questões suscitadas pelas infra-estruturas críticas necessárias para suportar as aplicações da tecnologia RFID que podem conduzir à "Internet das Coisas". A conferência culminou com a apresentação de prometedoras aplicações do RFID em áreas tão importantes para a Europa como preservação da floresta, a redução da poluição urbana, a luta contra o cancro ou a melhor reciclagem de automóveis.

No encerramento da conferência, Braz Costa, do Conselho Directivo do IAPMEI, em representação do Ministro da Economia e Inovação, salientou a importância para a competitividade das empresas da capacidade de transformar a tecnologia disponível em produtos inovadores, apresentando o RFID como "uma oportunidade que as empresas Portuguesas e Europeias têm que aproveitar". Destacou por isso o sucesso da conferência pela participação que teve e pela qualidade dos casos apresentados e das aplicações em exposição.

Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, defendeu que estamos a viver um momento de viragem que resulta da evolução tecnológica e da globalização. "O impacto das tecnologias RFID não se limita por isso à logística ou à distribuição", defendeu, "podendo contribuir para o sucesso de uma Europa mais inovadora e capaz de aproveitar as oportunidades da globalização, contribuindo assim para o caminho traçado pela Estratégia de Lisboa". O desafio que hoje se coloca, concluiu, "é sermos capazes de atingir a "Inovação 2.0", ou seja, sermos capazes de inovar na forma como se inova, transformando criatividade em valor".

Esta conferência europeia, enquadrada pelo Plano Tecnológico, foi organizada pela UMIC  - Agência para a Sociedade do Conhecimento, pelo IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, e pela Link Consulting. Apoiaram ainda a conferência como sponsors públicos a ANACOM, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Instituto Superior Técnico e a Universidade do Minho; como gold sponsors a ANA - Aeroportos de Portugal, a Intel, o METRO Group, a SAP e a SAS; e como silver sponsors a AIM-D, a Brooks Automation, a Cisco, os CTT, a Deister Electronic, a Iberlog, a Feig Electronic, a GS1 Europe, a Codipor GS1 Portugal, a Microsoft, a Modelo Continente, a OTLIS, a Sybase e a Vodafone Portugal.

Os trabalhos foram gravados em vídeo e está disponível, tal como as apresentações que serviram de base às intervenções, na página do evento em www.rfid-outlook.pt.



Lisboa, 20 de Novembro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa

Nova etapa do Plano Tecnológico: Conselho Consultivo reúne dia 23 de Novembro em Lisboa

[21-11-2007]

No âmbito do Conselho, será também apresentado e debatido o relatório de execução do Plano Tecnológico.

A reunião, que decorrerá à porta fechada, contará com a participação do Ministro da Economia e Inovação Manuel Pinho, do Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia Manuel Heitor e dos gestores dos 3 programas temáticos do QREN, Nelson Sousa, Rui Fiolhais e Helena Azevedo.

No final do Conselho (horário previsível - 12h45), o Coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, prestará declarações à imprensa sobre o relatório de Execução do Plano e sobre os temas debatidos no Conselho.


Lisboa, 21 de Novembro de 2007
Gabinete do Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Acesso Banda Larga em Portugal atinge 26%

[]

Com os critérios utilizados para a medição apresentada, o acesso global de Banda Larga em Portugal atingiu os 26%.

O Governo, em parceria com os operadores, através de medidas como a Iniciativa e.escola para alunos, professores e adultos em processos de requalificação, tem vindo a promover a difusão de Banda Larga móvel em Portugal, complementando a aposta na Banda Larga fixa.


Lisboa, 3 de Dezembro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Banco Mundial elogia reformas Portuguesas na criação de empresas

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Tomando como ponto de comparação a situação em 2005, o Banco Mundial mostra a evolução positiva de Portugal nos principais indicadores relacionados com a abertura de uma empresa. Hoje, bastam 7 procedimentos para começar um negócio e o primeiro passo, a constituição da empresa, demora menos de uma hora. Em 2005, eram necessários 11 procedimentos, 78 dias e 20 formulários, mais do que qualquer outro país da União Europeia.

Esta simplificação permitiu reduzir os custos de criação de uma nova empresa de 13,5% do rendimento nacional bruto per capita em 2005 para apenas 3,4% hoje em dia. Estes resultados permitiram ainda que, entre 2005 e 2007, Portugal subisse 75 lugares no ranking de processo de abertura de um negócio incluído no relatório Doing Business do Banco Mundial. Recorde-se que o Banco Mundial já tinha considerado Portugal como um país “top reformer” neste domínio.


Lisboa,  07  de  Dezembro  de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Utilização da Banda Larga pelas Empresas Portuguesas: Objectivo 100% mais próximo

[12-12-2007]

A evolução verificada no último ano foi muito significativa no grupo das pequenas empresas, tendo acrescido 11% o número de empresas ligadas à Internet e 35% o numero daquelas que o fazem utilizando a Banda Larga.

Em média, 81% das empresas portuguesas utilizam a Internet para interagir com o Estado, o que representa mais 35% de empresas do que em 2006.

Recorde-se que o Plano Tecnológico estabeleceu como objectivo a atingir até 2010 a ligação de todas as empresas portuguesas à Internet em Banda Larga, de forma a poderem fazer face aos desafios da economia global.



12 de Dezembro de 2007
Gabinete do Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Cimeira Luso Espanhola – Coordenadores Nacionais da Estratégia de Lisboa prosseguem prática de cooperação bilateral

[17-01-2008]

Esta é a quarta reunião bilateral de trabalho entre as duas equipas de coordenação, depois das realizadas em Évora, Madrid e Badajoz. É também a primeira em que participa David Taguas, que substituiu na função Miguel Sebastien.

Na agenda da reunião estará a forma como os dois países vão preparar a implementação do Novo Ciclo da Agenda de Lisboa 2008/2010, bem como a troca de experiências e boas práticas de parceria.

Durante a Cimeira terá lugar a cerimónia de apresentação e fundação do Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia de Braga, uma decisão no âmbito da aplicação da Estratégia de Lisboa, anunciada em 2005 na Cimeira de Évora, e que foi considerada pela Comissão Europeia um exemplo de boa prática nessa aplicação.



 

Lisboa, 17 de Janeiro de 2007
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Ambiente para os Negócios – Portugal 7º melhor na União Europeia e 13º no Mundo

[18-06-2008]

Este relatório incorpora o Enabling Trade Index que pretende medir os factores, as políticas e os serviços que facilitam a livre circulação de bens entre países. Para além do pilar “Ambiente para os negócios”, o índice incorpora ainda outros três pilares: Acesso ao mercado; administração das fronteiras e infra-estruturas de transportes e comunicaçõe

No índice global, Portugal aparece na 26ª posição numa lista de 118 economias, a que corresponde a 14ª posição no contexto da UE27. Hong Kong e Singapura lideram a tabela, seguidos da Suécia, Noruega e Canadá.

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
18 de Junho de 2008

Portugal sobe 12 posições em dois anos em ranking que avalia a preparação relativa dos Países da OCDE para os desafios da globalização

[19-06-2008]

No último ano Portugal subiu 13 lugares na categoria relativa às condições para o Empreendedorismo, ocupando agora a 14ª posição. O melhor posicionamento relativo de Portugal verifica-se na categoria Custos e Impostos (9ª posição).

O Global Benchmark Report 2008 é um relatório que identifica boas práticas de 29 países da OCDE (o Luxemburgo não entra no estudo) na exploração das oportunidades da Globalização.

Neste ranking a pontuação de cada País resulta do apuramento do número de vezes em que este se classifica num dos 3 primeiros lugares nos rankings de 84 indicadores distribuídos por 6 categorias.

No último ano Portugal melhorou a sua posição nas categorias Conhecimento e Competência, Flexibilidade nos Negócios, Empreendedorismo e Custos e Impostos, manteve a posição na categoria Crescimento e Desenvolvimento e desceu na categoria Internacionalização e Abertura.


Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
19 de Junho de 2008

Plano Tecnológico: A Educação e a Justiça como motores estruturais de mudança

[11-07-2008]

No próximo dia 15 de Julho pelas 10:30 horas, reunirá na sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o Conselho Consultivo do Plano Tecnológico.

A agenda da reunião inclui a apresentação de resultados de execução pelo Coordenador e dos primeiros os resultados do estudo de indicadores de impacto das suas medidas, realizado pelo Prof. João Caraça e pelo Prof. Vítor Corado Simões.

Dando seguimento a uma sugestão do Conselho, o debate nesta sessão será focado nos domínios da Educação e da Justiça e dos respectivos planos tecnológicos sectoriais, contando com a presença da Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e do Secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira. 

Pelas 13:30 horas, no final da reunião (que decorrerá à porta fechada), o Coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, e os autores do estudo de avaliação de impacto, Prof. João Caraça e Prof. Corado Simões, prestarão declarações à imprensa sobre os temas debatidos no Conselho, incluindo uma apresentação breve das conclusões do estudo.

A Comunicação Social poderá recolher imagens do Conselho no início da reunião (das 10h30 à 10h45).

Lisboa, 11 de Julho de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

90,1% dos portugueses que utilizam a Internet consideram o Plano Tecnológico muito importante ou importante

[21-07-2008]

44,4% dos inquiridos referem que a sua opinião sobre o Plano Tecnológico melhorou no último ano e 4,6% consideram mesmo que melhorou muito.^

Apenas 12,6% dos inquiridos desconhece o Plano Tecnológico e 23,1 já visitou o seu site. Entre as medidas mais conhecidas estão a iniciativa Novas Oportunidades, o Cartão do Cidadão, o Documento Único Automóvel, a Empresa na Hora, a Generalização do Ensino do Inglês no primeiro ciclo do Básico, a generalização da utilização e oferta de Banda Larga e a Iniciativa e-escola. Várias medidas incluídas no Simplex têm também uma forte notoriedade.

Da estudo conclui-se ainda que 81,15% dos portugueses que utilizam a Internet estão muito satisfeitos ou satisfeitos com a evolução dos serviços públicos on-line no último ano e que 57,2% conhecem pessoas com mais de 50 anos que utilizam serviços públicos on-line.


Lisboa, 21 de Julho de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Portugal continua a atrair investimento e a criar emprego no domínio das tecnologias

[21-07-2008]

Portugal continua a afirmar-se como uma localização competitiva para empresas tecnológicas de referência a nível mundial.

O Gabinete do Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico congratula-se com a decisão anunciada pela T-Systems, filial de serviços para empresas do Grupo Deutsche Telekom, que elegeu Lisboa para a abertura do seu mais recente centro de excelência, o d-Core Network (The Software Development Core in Europe).

Os centros de excelência da rede d-Core são uma iniciativa da T-Systems pertencente ao Grupo Deutsche Telekom, e actuam da área de actividade Integração de Sistemas, dedicando-se ao desenvolvimento e manutenção de aplicações e produtos de software, tais como sistemas de gestão económica para empresas ou portais para a administração electrónica.

Este é o primeiro centro de excelência d-Core da T-Systems em Portugal e o quarto na Península Ibérica, estando a sua inauguração prevista para o próximo mês de Novembro.  O d-Core de Lisboa recrutará mais de 100 especialistas nos próximos dois anos, entre os quais arquitectos e engenheiros de software e líderes de projecto.

Lisboa, 21 de Julho de 2008
Gabinete do COordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Entre 134 países: Governo português é o quarto que maior importância atribui às tecnologias na sua visão de futuro

[26-03-2009]

Segundo o Global Information Technology Report 2008-2009 publicado hoje em Genebra pelo World Economic Forum, numa lista composta por 134 países, Portugal surge como o 4º país cujo Governo mais importância dá às TIC na formulação da sua visão de futuro.

Este relatório baseia-se no índice Networked Readiness Index (NRI), no qual Portugal se encontra no 13º lugar na capacidade da administração pública em utilizar as TIC, 13 posições acima do lugar conseguido na edição 2006-2007. Em termos de utilização das TIC pela Administração Pública, Portugal figura no 18º lugar, a que corresponde a uma subida de 11 posições em relação à edição 2006-2007.

No NRI, no contexto da União Europeia, Portugal mantém a 14ª posição à frente de países como a Espanha, a Itália ou a Grécia. No contexto global, entre os 134 países, Portugal situa-se na 30ª posição, descendo dois lugares em relação à edição anterior (ultrapassado pelos Emiratos Árabes Unidos e Qatar). O ranking é liderado pela Dinamarca, seguida da Suécia e dos EUA.

De salientar ainda o facto de Portugal ser o 9º país com o tempo mais reduzido para a abertura de uma empresa e de ser também o 9º com o maior nível de disponibilidade de serviços públicos online. Portugal ocupa igualmente a 9º posição na prioridade dada pelo Governo às TIC.

O NRI mede o grau de preparação, participação e de desenvolvimento de um país ou região no aproveitamento que faz dos benefícios das tecnologias de informação e comunicação e é composto por três componentes: ambiente (environment), preparação (readiness) e utilização (usage), nas quais Portugal se encontra nas 30ª, 32ª e 28ª posições, respectivamente.


Lisboa, 26 de Março de 2009
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Preços de acesso à Banda Larga em Portugal descem 31% em dois anos

[29-08-2007]

Esta informação surge no contexto de uma comparação internacional de preços dos acessos de banda larga fixa residencial realizada pela ANACOM envolvendo 13 países da União Europeia (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido e Suécia). Nessa comparação, o preço médio das ofertas de 4 Mbps em Portugal encontra-se cerca de 35 por cento abaixo da média dos países considerados, sendo o quarto País com preços mais baixos, a seguir à Suécia, à Itália e à Holanda. 

O mesmo estudo sublinha ainda que a taxa de penetração de Banda Larga Fixa em Portugal era de 14,7% em Junho de 2007, o que representa um crescimento de 50% em relação ao mesmo período dois anos atrás (9,8%).

 

Lisboa, 29 de Agosto de 2007

Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Broadband Efficiency Index 2007: Portugal é o 3º País da OCDE mais eficiente na promoção da Banda Larga

[29-05-2008]

Este índice, designado por Broadband Efficiency Index (BEI),  mede a eficiência da adopção da Banda Larga nos países da OCDE, considerando algumas características demográficas e económicas dos próprios Países que condicionam essa mesma adopção, tais como rendimentos, nível educacional, idade da população ou densidade populacional.

Neste relatório, que utiliza os últimos dados da OCDE publicados já em Maio deste ano referentes à taxa de penetração de banda larga fixa reportada a Dezembro de 2007, Portugal é apresentado como um dos países com performance excepcional, sendo considerado “substancialmente mais eficiente” a converter as suas características demográficas e económicas em subscrições de BL do que países como o Japão, Coreia, Alemanha e EUA.

Este estudo confirma e reforça a apreciação recente do World Economic Fórum, que considerou o Governo Português o segundo entre 127 analisados, na capacidade de incluir a tecnologia como inspiradora da sua visão de futuro e como instrumento do seu programa de modernização económica e social.


Phoenix Center Portugal : http://www.phoenix_center.org,

Lisboa, 29 de Maio de 2008
Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico

Mercado Português de computadores pessoais apresenta a maior subida da Europa Ocidental

[13-02-2009]

Segundo um relatório divulgado ontem pela consultora IDC*, o mercado nacional de Computadores Pessoais (portáteis e desktops) apresentou, em 2008, a maior subida da Europa Ocidental, com um crescimento de 58,8% em relação a 2007 bem superior ao registado globalidade da Europa Ocidental que se ficou pelos 16,8%.

Por outro lado, também em 2008, foram vendidos 1,33 milhões de portáteis, correspondendo a 81% do total de PC’s vendidos. Esta taxa coloca Portugal como o país da Europa Ocidental onde se vendem proporcionalmente mais portáteis. Só em 2008 o mercado dos portáteis em Portugal cresceu 85,6% face a 2007.

Segundo a IDC, entre os principais factores impulsionadores da procura de PC’s portáteis pelo mercado doméstico e pelas empresas portuguesas estão os programas e.escola e e.escolinha, iniciativas  inseridas no Plano Tecnológico que visam a massificação da utilização de computadores e de Internet em Banda Larga e o combate à exclusão digital.

* http://www.idc.com/portugal/press/pr_2009-02-12.jsp

Fonte:GCNELPT

Portugal é 15º país do mundo no Índice de Globalização 2009

[28-01-2009]

Segundo o Index of Globalization 2009 ontem publicado pelo KOF - Swiss Economic Institute, Portugal ocupa a 15ª posição numa lista de 158 países, à frente de países da União Europeia como a França, Espanha Itália, Alemanha ou Reino Unido. Considerando apenas os países da UE27, Portugal posiciona-se em 11º lugar.

O Índex of Globalization, organizado pelo instituto suíço KOF, mede 24 variáveis inerentes a três das principais dimensões da globalização: económica, social e política. Na primeira dimensão, Portugal ocupa a 16ª posição (12ª no contexto da UE27), na segunda a 33ª posição (18ª no contexto da UE27), enquanto que na dimensão política Portugal ocupa a 18ª posição (11ª no contexto da UE27).


Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
Lisboa 28 de Janeiro de 2009

Governo Portugês e Sun-Microsystem assinam protocolos

[10-02-2009]

Portugal volta a ser pioneiro numa parceria para o conhecimento de grande alcance e significado.

Após celebrar parcerias para o conhecimento com empresas tão relevantes como a Microsoft, a Cisco, a Xerox ou a Toshiba e na sequência de um primeiro protocolo assinado com a SUN Microsystems, Portugal concretiza hoje, através do Plano tecnológico e envolvendo o MCTES, o MTSS e o ME, a assinatura de dois protocolos que vão permitir a 2 milhões de portugueses aceder a formação especializada na Rede, além de desenvolver uma nova linha temática de Investigação.
 
Mais informação disponível em www. pt.sun.com/sai

Fonte:GCNELPT

Penetração da Banda Larga em Portugal atinge 37,8% no 4º trimestre de 2008

[18-02-2009]

De acordo com os dados divulgados ontem pela ANACOM*, a penetração de banda larga em Portugal, fixa e móvel, atingiu no 4º trimestre de 2008 o valor de 37,8%.

Estes dados agora publicados, confirmam a tendência crescente da adesão dos portugueses a serviços de acesso à Internet através da tecnologia móvel. Em apenas um ano este tipo de acessos cresceu mais de 63%. No mesmo período o crescimento da banda larga fixa situou-se nos 8%.

Estes resultados reflectem as políticas de disseminação do uso de computadores e do acesso à banda larga desenvolvidas no âmbito do Plano Tecnológico e que, segundo um relatório recentemente divulgado pela IDC*, fizeram de Portugal o País da Europa Ocidental onde se verificou maior crescimento da venda de computadores pessoais no ano de 2008.

Embora muitos países não disponham ou não divulguem valores relativos a banda larga móvel, este valor posiciona Portugal como um dos Países da OCDE com maior índice de conexão à Banda Larga.

A medição comparada do acesso à Internet através de tecnologias móveis será o tema de um workshop organizado pela OCDE que decorre a partir de amanhã e até sexta-feira em Lisboa.

Segundo os dados mais recentes do Inquérito à Utilização das TIC pelas Famílias (IUTIC*), em Portugal a percentagem de agregados domésticos com acesso a Internet situa-se nos 46%, (um valor que cresceu mais de 76% em relação a 2004), 86% dos quais acedem à rede através de Banda Larga.

* Fontes:
ANACOM: http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=837483
IDC: http://www.idc.com/portugal/press/pr_2009-02-12.jsp
UMIC: http://www.umic.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=3172&Itemid=161

Fonte: GCNELPT

Pelo segundo ano consecutivo: Balança Tecnológica Portuguesa positiva em 2008

[20-02-2009]

De acordo com os dados do Banco de Portugal, o nosso País registou pela segunda vez na sua história um saldo positivo da balança de pagamentos tecnológica. Isso significa que, apesar do difícil contexto internacional durante o ano passado, Portugal continuou a exportar mais do que importou no sector tecnológico.

Recorde-se que, em 2005, o saldo desta balança tecnológica foi negativo em 286 milhões de Euros, tendo-se invertido a tendência em 2007, ano em que o saldo positivo ascendeu a 60 milhões de Euros. Em 2008, verificou-se a consolidação desta tendência, fechando o ano com um saldo positivo de 42 milhões de Euros.

 

Fonte:GCNELPT

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